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Veredas Sertânicas
Rubros e infinitos rincões. Bafos de fogo me cercam Em ausências de vida e sons.
Montes ásperos Impossível convivência. Secos córregos. Ofendida caatinga.
Vestígios de existências, De homem e natureza. A terra arde E chora minha alma.
Quero te ver na aguada. Em todas essências de vida: Mimosas floradas, Seres vadios a andar.
Vã ilusão: Este reino é do sol. Das pedras, dos espinhos. Dos seres sorrateiros.
Homem: estranho intruso. Por que vives a predar? Terra: canto-te em mil canções Ao te ver no meu caminhar!
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