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Flores de Plástico

A Flores de Plástico é uma banda fluminense que transforma o caos urbano em canção e faz da contradição sua identidade estética. Formado no Rio de Janeiro em meio à pandemia de 2020, o grupo surgiu inicialmente como um projeto de gravações à distância, quando Murillo Peres e Gustavo Guedes passaram a trocar composições e áudios pelo WhatsApp, sem a pretensão imediata de subir aos palcos. A ideia era existir no ambiente virtual, o palco viria depois, no tempo certo.

O nome da banda escracha com a realidade: “Flores de Plástico” assume a impossibilidade de um folk rural genuíno vindo de quem nasceu e cresceu na cidade, Por isso, é uma espécie de "flor fake". O grupo se define como um folk urbano, artificial por natureza, feito de concreto, barulho e vivências metropolitanas. Essa honestidade conceitual atravessa toda a sua discografia.

Após lançar uma série de singles entre 2020 e 2021, a banda estreou com o álbum “Trem Veloz”, ainda com a formação original. Em 2022, a saída de integrantes marcou uma virada importante, culminando na entrada da cantora Luli Nepomuceno, cuja voz ampliou a força narrativa e emocional do projeto. A partir daí, a Flores de Plástico passou a lançar novos singles e a se apresentar ao vivo, ocupando saraus, pubs e espaços culturais do Rio de Janeiro.

Desse movimento nasceu o Sarau das Flores, evento idealizado pelo próprio grupo para reunir músicos, bandas e poetas da cena independente fluminense, reforçando o espírito colaborativo e o princípio do faça você mesmo que norteia a trajetória da banda.

Musicalmente, a Flores de Plástico transita entre o folk rock, o pop rock indie e o rock introspectivo dos anos 80 e 90, com influências que passam por Tame Impala, Marina Lima, Terno Rei, Titãs e The Strokes. Violões, bandolins, gaitas e sintetizadores convivem com guitarras e bases dançantes, criando arranjos que equilibram delicadeza e explosão.

O álbum “Adeus, Meu Bem” aprofunda essa proposta ao mergulhar nos encontros e desencontros amorosos, com letras diretas, sensíveis e por vezes caóticas, refletindo a vulnerabilidade das relações humanas. Breve, intenso e visceral, o trabalho consolida a maturidade artística da banda e reafirma sua presença no cenário independente.

Atualmente, a Flores de Plástico segue em constante movimento, produzindo seus próprios eventos, lançamentos e conexões, guiada por uma ideia simples e inegociável: resiliência como método e atitude como linguagem.

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Reportagens do Artista

A banda que nunca fingiu ser do campo e fez do folk urbano sua identidade mais honesta

Nascida do caos urbano e da necessidade de dizer o próprio nome, a Flores de Plástico nunca tentou parecer o que não é. E talvez aí esteja sua maior força.
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