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Tonfil

Tonfil nasceu em São José do Egito, berço da poesia popular nordestina. Neto do repentista Louro do Pajeú, carrega na voz a herança da rima, da métrica e da resposta ligeira do Sertão do Pajeú. Antes de assumir a música como ofício, cursou Jornalismo na Universidade Católica de Pernambuco e estudou Artes Visuais, com a intenção de atuar como crítico de arte. O palco, porém, o escolheu: após convite de Dominguinhos e Chico Bezerra para gravar uma canção inédita, consolidou-se como intérprete.

Sua discografia é concisa e consistente. Em Acontecer (2011), apresentou um repertório autoral de forte carga poética. Já Moldura (2022), produzido por Juliano Holanda, reafirma seu perfil conceitual ao reunir compositores contemporâneos e dialogar com as artes visuais. Destaque para “Silêncio”, com Flaira Ferro, e para o single “O Que Mereço”, também gravado por Zélia Duncan.

Integrante do coletivo Reverbo, Tonfil articula tradição e contemporaneidade, mantendo viva a chama do Pajeú em palcos do Nordeste e do Brasil.

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Reportagens do Artista

Tonfil em dissonância: entrevista exclusiva

No coração do Sertão do Pajeú, onde a rima e a perspicácia são respiradas como ar, nasceu Antônio José de Lima Filho. Hoje o Brasil o conhece como Tonfil.

Tonfil: a voz que emoldurou a poesia do Pajeú

No coração de São José do Egito, a "capital nordestina da poesia", o destino de Tonfil, Antônio José de Lima Filho, parecia traçado pelas rimas de seus antepassados.
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