O Bardo e o Banjo
Formado em 2012, em São Paulo, O Bardo e o Banjo nasceu da iniciativa solo de Wagner Creoruska, que decidiu ocupar as ruas com um banjo nas mãos e uma mala adaptada como bumbo. A esquina da Avenida Paulista com a Rua Augusta foi o ponto de partida de um projeto que cresceu a partir do contato direto com o público e do financiamento espontâneo das apresentações de rua.
Com a chegada de Marcus Zambelo, no bandolim e nos vocais, o projeto ganhou forma de banda e consolidou uma sonoridade baseada no bluegrass, vertente da música country associada ao legado de Bill Monroe, misturada a elementos do folk, do rock e da tradição narrativa brasileira. O resultado é um trabalho autoral que dialoga tanto com as montanhas do sul dos Estados Unidos quanto com a cultura caipira nacional.
O primeiro registro em estúdio foi o álbum Homepath (2014) trazendo um o leque instrumental com colheres, tin whistle e sapateado irlandês. Em 2015 a banda trouxe o single You're Alive e em seguida veio o EP Synergy (2016) . Em 2018, o grupo lançou O Tempo e a Memória, marcando a transição definitiva para letras majoritariamente em português e reforçando a identidade autoral.
Ao longo da trajetória, a banda passou por diferentes formações, circulou por festivais, programas de televisão e turnês pelo Brasil, mantendo como eixo a estética acústica e a valorização da narrativa nas composições. Após um período de reestruturação, O Bardo e o Banjo segue atualmente como núcleo criativo de Wagner Creoruska e Marcus Zambelo, trabalhando com músicos convidados e explorando novas possibilidades sonoras sem abandonar a proposta original: fazer música orgânica, portátil e centrada na canção.

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